{"id":85,"date":"2013-12-06T12:23:58","date_gmt":"2013-12-06T12:23:58","guid":{"rendered":"https:\/\/sites.ifi.unicamp.br\/modelo\/?page_id=26"},"modified":"2022-12-03T12:25:15","modified_gmt":"2022-12-03T15:25:15","slug":"pesquisa","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/sites.ifi.unicamp.br\/fauth\/pesquisa\/","title":{"rendered":"Pesquisa"},"content":{"rendered":"<div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<div><span style=\"text-decoration: underline\"><strong>C-Arapuca &#8211; Um novo dispositivo para detec\u00e7\u00e3o da radia\u00e7\u00e3o Cherenkov na \u00e1gua<\/strong><\/span><\/div>\n<\/div>\n<div>Ser\u00e1 estudado e desenvolvido um inovador dispositivo fotoeletr\u00f4nico para registrar f\u00f3tons Cherenkov produzidos em \u00e1gua. &nbsp;Esse dispositivo ser\u00e1 instalado em um Water-Cherenkov Detector constru\u00eddo especialmente para estudar a sua performance. O princ\u00edpio de funcionamento do C-Arapuca \u00e9 similar ao do X-ARAPUCA, isto \u00e9, aprisionamento de f\u00f3tons em uma caixa refletora at\u00e9 eles serem detectados por fotomultiplicadores de sil\u00edcio (SiPMs). O sucesso deste projeto permitir\u00e1 a utiliza\u00e7\u00e3o do novo Water-Cherenkov Detector na realiza\u00e7\u00e3oo de experimentos em F\u00edsica de Astropart\u00edculas com maior efici\u00eancia e menor custo.<\/div>\n<div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><span style=\"text-decoration: underline\"><strong>Detec\u00e7\u00e3o de eventos solares transientes<\/strong><\/span><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<p>O estudo da atividade solar \u00e9 uma \u00e1rea muito ativa de pesquisa devido ao interesse crescente na rela\u00e7\u00e3o entre os ciclos de atividade solar, o clima e as telecomunica\u00e7\u00f5es. Sat\u00e9lites localizados no ponto de Lagrange 1, como o SOHO e ACE, monitoram a atividade solar continuamente. Por\u00e9m, o seu maior potencial esta restrito \u00e0 detec\u00e7\u00e3o da radia\u00e7\u00e3o eletromagn\u00e9tica, com destaque para a radia\u00e7\u00e3o X, j\u00e1 que a radia\u00e7\u00e3o X se propaga em trajet\u00f3ria retil\u00ednea entre o Sol e a Terra. Part\u00edculas solares en\u00e9rgicas (PSE), part\u00edculas de alta energia (pr\u00f3tons, el\u00e9trons e \u00edons) provenientes do Sol, com energia que varia de alguns keV at\u00e9 centenas de GeV, s\u00e3o originadas em processos solares transientes como as explos\u00f5es solares conhecidas como flares solares . Elas n\u00e3o se propagam em linha reta, seguem espiralando as linhas do campo magn\u00e9tico interplanet\u00e1rio (espiral de Parker). O objetivo principal deste projeto \u00e9 a constru\u00e7\u00e3o de dois telesc\u00f3pios de m\u00faons, part\u00edculas da radia\u00e7\u00e3o c\u00f3smica secund\u00e1ria, originadas na atmosfera principalmente por intera\u00e7\u00f5es de pr\u00f3tons de energia maior a um GeV para a detec\u00e7\u00e3o e monitoramento desses eventos solares transientes. Pelo fato de estarmos dentro da regi\u00e3o da Anomalia Magn\u00e9tica do Atl\u00e2ntico Sul, a rigidez magn\u00e9tica de corte para part\u00edculas carregadas provenientes do espa\u00e7o externo \u00e9 muito baixa. Isto permite uma sensibilidade aos telesc\u00f3pios de part\u00edculas deste projeto suficiente para observar flares e outros eventos solares de pequena escala.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<div><span style=\"text-decoration: underline\"><strong> Estudo dos raios c\u00f3smicos de mais altas energias com o Observat\u00f3rio Pierre Auger<\/strong><\/span><\/div>\n<\/div>\n<div>O Observat\u00f3rio Pierre Auger tem como objetivo principal o estudo de raios c\u00f3smicos na faixa de energias acima de 10^18 eV. Atualmente, esses raios c\u00f3smicos s\u00e3o as part\u00edculas de mais alta energia j\u00e1 observadas na natureza. Os dados experimentais obtidos no Observat\u00f3rio permitem avan\u00e7ar no conhecimento da origem, processos de acelera\u00e7\u00e3o, propaga\u00e7\u00e3o desde as fontes at\u00e9 a Terra, composi\u00e7\u00e3o e espectro energ\u00e9tico desses raios c\u00f3smicos de energias ultra altas. O Observat\u00f3rio est\u00e1 localizado pr\u00f3ximo \u00e0 cidade de Malarg\u00fce, na Argentina.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><b>2008 &#8211; 2011&nbsp; &nbsp;<\/b><span style=\"text-decoration: underline\"><strong>Sinais da radia\u00e7\u00e3o c\u00f3smica em detectores de ondas gravitacionais<\/strong><\/span><\/div>\n<div>Estudo de sinais termoac\u00fasticos em detectores de ondas gravitacionais gerados pela intera\u00e7\u00e3o de raios c\u00f3smicos. Constru\u00e7\u00e3o e instala\u00e7\u00e3o de um veto de raios c\u00f3smcos junto ao detector de ondas gravitacionais Mario Scheinberg.<\/div>\n<div>A primeira detec\u00e7\u00e3o direta de ondas gravitacionais \u00e9 provavelmente a observa\u00e7\u00e3o mais importantes deste s\u00e9culo. Uma nova janela para a observa\u00e7\u00e3o do universo foi inaugurada.&nbsp; O detector de ondas gravitacionais Mario Schenberg \u00e9 composto de uma antena esf\u00e9rica de cobre (94%)-alum\u00ednio (6%) de 1,15 toneladas e 65 cm de di\u00e2metro. Ele operou at\u00e9 2016 no IF-USP e depois foi desmontado e transportado para o INPE-SJC.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; C-Arapuca &#8211; Um novo dispositivo para detec\u00e7\u00e3o da radia\u00e7\u00e3o Cherenkov na \u00e1gua Ser\u00e1 estudado e desenvolvido um inovador dispositivo fotoeletr\u00f4nico para registrar f\u00f3tons Cherenkov produzidos em \u00e1gua. &nbsp;Esse dispositivo ser\u00e1 instalado em um Water-Cherenkov Detector constru\u00eddo especialmente para estudar a sua performance. O princ\u00edpio de funcionamento do C-Arapuca \u00e9 similar ao do X-ARAPUCA, isto &hellip; <\/p>\n<p><a class=\"more-link btn\" href=\"https:\/\/sites.ifi.unicamp.br\/fauth\/pesquisa\/\">Continue lendo<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":91,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":1,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"class_list":["post-85","page","type-page","status-publish","hentry","nodate","item-wrap"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ifi.unicamp.br\/fauth\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/85","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ifi.unicamp.br\/fauth\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ifi.unicamp.br\/fauth\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ifi.unicamp.br\/fauth\/wp-json\/wp\/v2\/users\/91"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ifi.unicamp.br\/fauth\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=85"}],"version-history":[{"count":12,"href":"https:\/\/sites.ifi.unicamp.br\/fauth\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/85\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":277,"href":"https:\/\/sites.ifi.unicamp.br\/fauth\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/85\/revisions\/277"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ifi.unicamp.br\/fauth\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=85"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}