{"id":131,"date":"2014-09-19T21:45:11","date_gmt":"2014-09-19T21:45:11","guid":{"rendered":"https:\/\/sites.ifi.unicamp.br\/labvacrio\/?page_id=131"},"modified":"2014-09-23T20:01:32","modified_gmt":"2014-09-23T23:01:32","slug":"seguranca-no-laboratorio","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/sites.ifi.unicamp.br\/labvacrio\/seguranca-no-laboratorio\/","title":{"rendered":"Seguran\u00e7a"},"content":{"rendered":"<p><\/p>\n<div class=\"entry-content clearfix\">\n<p>&nbsp;<\/p>\n<dl>\n<dd>I\u00a0&#8211; Seguran\u00e7a no laborat\u00f3rio de qu\u00edmica<\/dd>\n<dd>II \u00a0&#8211; Regras b\u00e1sicas de opera\u00e7\u00e3o<\/dd>\n<dd>III &#8211; Subst\u00e2ncias cancer\u00edgenas<\/dd>\n<dd>IV &#8211; Esfor\u00e7os repetitivos<\/dd>\n<dd>.<\/dd>\n<\/dl>\n<dl>\n<dd><strong>I\u00a0&#8211; Seguran\u00e7a no laborat\u00f3rio de qu\u00edmica<\/strong><\/dd>\n<dd>.<\/dd>\n<dd>1. FOGO E EXPLOS\u00c3O<\/dd>\n<dd>Talvez sejam os par\u00e2metros mais conhecidos aqueles relacionados com o risco de fogo e explos\u00e3o. Entretanto existe uma perigosa rotina de n\u00e3o se estruturar as a\u00e7\u00f5es de preven\u00e7\u00e3o e combate segundo otimiza\u00e7\u00e3o para as condi\u00e7\u00f5es locais. Para isto todas as atividades sejam consideradas, especialmente aquelas que ocorram ou sejam demandadas de maneira intermitente ou espor\u00e1dica. Estas costumam alterar as condi\u00e7\u00f5es previstas de forma invis\u00edvel ou imprevista para o gerenciamento baseado nas rotinas.<\/dd>\n<dd>Al\u00e9m disto deve-se fazer uma correta interpreta\u00e7\u00e3o de par\u00e2metros de controle de risco. Por exemplo, quando um l\u00edquido que possue um ponto de fulgor abaixo da temperatura ambiente \u00e9 usado, em determinadas condi\u00e7\u00f5es, libera uma quantidade de vapor suficiente para gerar uma mistura inflam\u00e1vel com o ar. Esta pode se acumular no local possibilitando uma explos\u00e3o pela igni\u00e7\u00e3o da mistura vapor\/ar por uma fonte de igni\u00e7\u00e3o distante, causando um retorno para a fonte original do vapor. Isto leva geralmente a um inc\u00eandio de abrang\u00eancia imprevista.<\/dd>\n<dd>Um g\u00e1s inflam\u00e1vel ou vapor deve estar presente em uma concentra\u00e7\u00e3o da ordem de 1% ou mais por volume para que a mistura com o ar seja inflam\u00e1vel, sendo relativamente simples checar este dado em locais fechados, como fornos, etc. Durante o trabalho rotineiro deve-se evitar que a concentra\u00e7\u00e3o do vapor ou g\u00e1s no ar exceda um quarto do limite m\u00ednimo inflam\u00e1vel. Assim, o limite m\u00ednimo n\u00e3o ser\u00e1 alcan\u00e7ado durante opera\u00e7\u00f5es normais. Vazamentos e derramamentos exigem especial aten\u00e7\u00e3o pois alteram de forma significativa as condi\u00e7\u00f5es normais. Medidas especiais de procedimento devem ser estabelecidas, particularmente para l\u00edquidos com ponto de fulgor menor que 32 graus celsius.<\/dd>\n<dd>A quantidade de todos os materiais inflam\u00e1veis e de solventes devem ser mantidas dentro de quantidades m\u00ednimas necess\u00e1rias. Existe uma tend\u00eancia natural de desrespeitar-se esta diretriz e se usar ou estocar grandes quantidades de solventes nos laborat\u00f3rios. Quando subst\u00e2ncias inflam\u00e1veis n\u00e3o est\u00e3o em uso o gerenciamento deve prever uma supervis\u00e3o para que haja\u00a0 estocagem em local adequado para conter ou minimizar consequ\u00eancias de acidentes.<\/dd>\n<dd>Equipamentos de combate a inc\u00eandios e rotas de escape devem ser claramente definidos e providenciados. Todo o pessoal que trabalhe nos laborat\u00f3rios deve ser treinado e familiarizado com o equipamento de forma que pequenos inc\u00eandios possam ser rapidamente localizados e impedidos de se alastrarem. Quando isto acontecer, entretanto, todos devem ser avisados para que escapem de forma segura.<\/dd>\n<dd>\u00a0.<\/dd>\n<dd>2. SUBST\u00c2NCIAS QU\u00cdMICAS REATIVAS<\/dd>\n<dd>Cuidados especiais devem ser tomados no caso de subst\u00e2ncias altamente reativas ou inst\u00e1veis que possam levar a explos\u00f5es. Deve ser usado o m\u00ednimo necess\u00e1rio ou, quando poss\u00edvel, se executar diversas rea\u00e7\u00f5es em pequena escala. Quando o risco de explos\u00e3o \u00e9 probabilisticamente significativo precau\u00e7\u00f5es devem ser tomadas para se minimizar as consequ\u00eancias. Al\u00edvios de press\u00e3o, escudos de prote\u00e7\u00e3o em torno de equipamentos ou sistemas de rea\u00e7\u00e3o, etc. Quando o risco de explos\u00e3o for elevado o controle remoto deve ser considerado. Subst\u00e2ncias explosivas podem ser produzidas por rea\u00e7\u00f5es secund\u00e1rias ou durante a estocagem de produtos ao longo do tempo. Estes riscos devem ser previnidos e eliminados sempre que poss\u00edvel.<\/dd>\n<dd>Rea\u00e7\u00f5es exot\u00e9rmicas devem ser cuidadosamente controladas e monitoradas especialmente em rela\u00e7\u00e3o aos sistemas de resfriamento ou agita\u00e7\u00e3o. Execute sempre rotinas de checagem antes de iniciar a rea\u00e7\u00e3o. Estas rotinas devem ser escritas. O trabalho rotineiro pode levar a se negligenciar alguns aspectos.<\/dd>\n<dd>.<\/dd>\n<dd>3 &#8211; RISCOS DE TOXICIDADE<\/dd>\n<dd>As tres principais vias de absor\u00e7\u00e3o do agente t\u00f3xico pelo organismo s\u00e3o a ingest\u00e3o, inala\u00e7\u00e3o e absor\u00e7\u00e3o percut\u00e2nea. Quando existir danos a integridade da pele e mucosas as barreiras naturais de controle de absor\u00e7\u00e3o do organismo se tornam ineficazes e situa\u00e7\u00f5es especiais de risco podem advir. Uma primeira considera\u00e7\u00e3o deve ser a possibilidade de se usar uma subst\u00e2ncia menos perigosa ou minimizar a condi\u00e7\u00e3o de risco. Sempre que poss\u00edvel isto deve ser feito.<\/dd>\n<dd>Os riscos de ingest\u00e3o por contamina\u00e7\u00e3o das m\u00e3os e alimentos s\u00e3o praticamente eliminados com a devida aten\u00e7\u00e3o a higiene pessoal e no trabalho. Locais de lavagem de m\u00e3os e rosto devem ter a devida aten\u00e7\u00e3o na constru\u00e7\u00e3o de laborat\u00f3rios. Devem ser em n\u00famero suficiente, de uso exclusivo para a higiene pessoal e adequados a mesma. Esta precau\u00e7\u00e3o \u00e9 igualmente aplic\u00e1vel para outros riscos a sa\u00fade e a promo\u00e7\u00e3o da higiene pessoal nunca deve ser negligenciada. Especialmente a pipetagem com a boca deve ser eliminada dada a exist\u00eancia atualmente de equipamentos eficientes e de custo razo\u00e1vel para este fim.<\/dd>\n<dd>O contato de subst\u00e2ncias corrosivas com a pele \u00e9 previsto e no caso de subst\u00e2ncias que atravessem a pele um maior grau de risco deve ser associado. O uso de luvas \u00e9 recomendado toda vez que haja o risco de contato com a pele, entretanto especial aten\u00e7\u00e3o deve ser dada a isto. \u00c9 comum haver neglig\u00eancia na adequa\u00e7\u00e3o do material da luva com a subst\u00e2ncia em quest\u00e3o e mais ainda quando houver misturas e\/ou subprodutos reacionais. A checagem de condi\u00e7\u00f5es de uso de luvas n\u00e3o \u00e9 simples e \u00e9 muito comum n\u00e3o se possuir luvas de reserva.<\/dd>\n<dd>Sempre que poss\u00edvel o contato deve ser evitado com mudan\u00e7as de rotinas de procedimentos ou uso de equipamentos auxiliares para manipula\u00e7\u00e3o das subst\u00e2ncias.<\/dd>\n<dd>As medidas a serem tomadas no caso de contato acidental da pele com subst\u00e2ncias t\u00f3xicas devem ser conhecidas e checadas antes da realiza\u00e7\u00e3o das opera\u00e7\u00f5es.\u00a0 Algumas subst\u00e2ncias podem ser absorvidas de forma lenta e praticamente impercept\u00edvel pelas mucosas e pele, especialmente quando o contato \u00e9 \u00e9 repetido e prolongado. A\u00e9m disto o uso de luvas tem um valor duvidoso, a menos que rigorosas medidas de preven\u00e7\u00e3o sejam tomadas. Deve esr lembrado que as luvas devem ser limpas ou lavadas imediatamente ap\u00f3s acidentes com respingos ou ao final do uso. Embora a monitoriza\u00e7\u00e3o ocupacional peri\u00f3dica do pessoal de laborat\u00f3rio seja na maioria dos casos complexa e de dif\u00edcil realiza\u00e7\u00e3o, alguns ind\u00edcios de exposi\u00e7\u00e3o ou efeitos devem ser avaliados constantemente, exemplificadamente, pruridos, irrita\u00e7\u00f5es, tonturas, etc.<\/dd>\n<dd>O contato com olhos deve ser considerado de risco elevado dada a import\u00e2ncia da vis\u00e3o para o ser humano. A prote\u00e7\u00e3o ocular deve ser usada rotineiramente a n\u00e3o ser quando se use subst\u00e2ncias cujo contato n\u00e3o deva causar danos ou sequelas permanentes e mesmos os danos tempor\u00e1rios sejam de menor gravidade, mesmo sem pronto atendimento. \u00c9 importante ser levado em considera\u00e7\u00e3o que \u00e9 comum que pessoas diferentes daquelas que realizam as opera\u00e7\u00f5es laboratoriais se acidentem com respingos ou proje\u00e7\u00f5es. Procedimentos de preven\u00e7\u00e3o destes fatos devem ser rigorosamente definidas e seguidas.<\/dd>\n<dd>A inala\u00e7\u00e3o de vapores, gases, poeiras e aeross\u00f3is \u00e9 um risco insidioso e disperso nos ambientes laboratoriais. Este fato \u00e9 comunmente negligenciado at\u00e9 mesmo pela cultura organizacional existente muitas vezes de que os laborat\u00f3rios s\u00e3o locais que naturalmente cheiram a produtos qu\u00edmicos. \u00c9 preciso se evoluir para uma cultaura em que a perceb\u00e7\u00e3o de cheiros seja ind\u00edcio de exposi\u00e7\u00f5es que portanto devem ser prevenidas ou minimizadas. Normalmente as pessoas s\u00e3o inclinadas a julgar o perigo pelos efeitos agudos, enquanto s\u00e3o os efeitos cr\u00f4nicos mais s\u00e9rios e que podem levar a danos permanentes ou irreverss\u00edveis. Infelizmente estes danos n\u00e3o podem, na maioria dos casos, ser diretamente atribu\u00eddos a exposi\u00e7\u00e3o a produtos t\u00f3xicos, inclusive porque por vezes a pessoa exposta muda de emprego ou fun\u00e7\u00e3o ou os efeitos s\u00e3o idiossincr\u00e1ticos. Desta forma existe poucas evid\u00eancias estat\u00edsticas sobre os estes efeitos cr\u00f4nicos menos evidentes e em consequ\u00eancia os perigos, apesar de s\u00e9rios e reais tendem a ser desprezados.\u00a0 Um interessante exemplo foi de um t\u00e9cnico de laborat\u00f3rio que durante um treinamento-em-servi\u00e7o fez uma reclama\u00e7\u00e3o sobre a inala\u00e7\u00e3o de uma subst\u00e2ncia em suas rotinas de trabalho. Avaliados seus procedimentos verificou-se que o mesmo t\u00e9cnico frequentemente negligenciava a preven\u00e7\u00e3o do contato com a pele e a subst\u00e2ncia em quest\u00e3o era absorvida de forma mais significativa por via d\u00e9rmica.<\/dd>\n<dd>\u00c9 tarefa de todos os respons\u00e1veis pelos locais de trabalho (laborat\u00f3rios, salas de apoio, etc) verificar que subst\u00e2ncias com efeitos irreverss\u00edveis sejam utilizar apenas quando absolutamente necess\u00e1rio. Neste caso instru\u00e7\u00f5es adequadas devem estar dispon\u00edveis, a supervis\u00e3o deve ser requerida e todo o processo deve ser realizado de forma a garantir que o material ou subst\u00e2ncia n\u00e3o contamine o ar respirado no ambiente de trabalho.\u00a0 Em rela\u00e7\u00e3o a este aspecto deve ser lembrado que n\u00e3o basta o uso de capelas, mas estas devem ser adequadas ao uso da subst\u00e2ncia em quest\u00e3o. \u00c9 comum se encontrar qu\u00edmicos que desconhecem os v\u00e1rios padr\u00f5es de exaust\u00e3o e suas destina\u00e7\u00f5es. Quando\u00a0 s\u00e3o manipuladas subst\u00e2ncias com efeitos cr\u00f4nicos ou de longo-prazo deve-se considerar a possibilidade de monitora\u00e7\u00e3o ambiental. Esta deve ser planejada sempre considerando-se as extas rotinas de trabalho e n\u00e3o somente segundo padr\u00f5es externos. Em todo caso a monitora\u00e7\u00e3o de procedimentos e perceb\u00e7\u00e3o dos operadores deve ser realizada.<\/dd>\n<dd>A avalia\u00e7\u00e3o de riscos \u00e9 sempre complexa mas existem abordagens restritas que servem de indicativo e preven\u00e7\u00e3o.<\/dd>\n<dd>Enquanto a toxicidade de uma subst\u00e2ncia em particular \u00e9 muitas vezes dif\u00edcil de se avaliar, deve ser sempre lembrado que dois l\u00edquidos ou subst\u00e2ncias de baixo risco quando em contato podem liberar produtos gasosos e perigosos. Um exemplo \u00e9 o caso de subst\u00e2ncias estocadas sob pH ou condi\u00e7\u00f5es controladas. Quando h\u00e1 varia\u00e7\u00e3o de pH ou altera\u00e7\u00f5es do meio podem ser liberados gases ou produzidos produtos perigosos. Estes fen\u00f4menos tamb\u00e9m podem ocorrer em &#8220;traps&#8221; usados em linhas de v\u00e1cuo ou em canaliza\u00e7\u00f5es de pias ou quando se utiliza recipientes que n\u00e3o tenha sido corretamente lavados ap\u00f3s uma opera\u00e7\u00e3o anterior. Em particular quando h\u00e1 manipula\u00e7\u00e3o por pessoal n\u00e3o capacitado ou treinado para reconhecer e avaliar estes riscos, como por exemplo, lavadores de materiais de laborat\u00f3rio. Atualmente se considera que treinamentos-em-servi\u00e7o e auditorias internas devem ser realizados periodicamente para minimizar neglig\u00eancias ou acidentes por falta de informa\u00e7\u00f5es.<\/dd>\n<dd>No caso de subst\u00e2ncias carcinog\u00eanicas tem-se um dos mais dif\u00edceis aspectos da seguran\u00e7a ocupacional. Muitas subst\u00e2ncias se testadas repetidamente em animais produzir\u00e3o rea\u00e7\u00f5es carcinog\u00eanicas na totalidade das vezes, mas podem n\u00e3o ter efeitos carcinog\u00eanicos quando usadas em opera\u00e7\u00f5es rotineiras. Por outro lado existem subst\u00e2ncias com a 2-naftilamina que quase certamente produzem efeitos carcinog\u00eanicos quando ingeridas. Quando uma subst\u00e2ncia ou material constar como carcinog\u00eanico na lista emitida pela IARC ou pelo Programa Norte-Americano de Carcinog\u00eanicos deve a partir da\u00ed procurar dados sobre o potencial carcinog\u00eanico ou se assumir precau\u00e7\u00f5es contra a exposi\u00e7\u00e3o \u00e0 subst\u00e2ncia.<\/dd>\n<dd>.<\/dd>\n<dd><strong>II \u00a0&#8211; Regras b\u00e1sicas<\/strong><\/dd>\n<dd>No texto abaixo elaborado pelo pessoal do Instituto de Qu\u00edmica da Unicamp est\u00e3o relacionados \u00edtens elementares para\u00a0 seguran\u00e7a no laborat\u00f3rio qu\u00edmico. Incorpore-os em seu procedimento habitual ao enfrentar um dia de trabalho.<\/dd>\n<dd><\/dd>\n<dd>a) COMO FAZER<\/dd>\n<dd>1. Use sempre \u00f3culos de seguran\u00e7a e avental, de prefer\u00eancia de algod\u00e3o, longo e de mangas longas.<\/dd>\n<dd>2. N\u00e3o use saias, bermudas ou cal\u00e7ados abertos. Pessoas que tenham cabelos longos devem mante-los presos enquanto estiverem no laborat\u00f3rio.<\/dd>\n<dd>3. N\u00e3o trabalhe sozinho, principalmente fora do hor\u00e1rio de expediente.<\/dd>\n<dd>4. N\u00e3o fume, coma ou beba nos laborat\u00f3rios. Lave bem as m\u00e3os ao deixar o recinto.<\/dd>\n<dd>5. Ao ser designado para trabalhar em um determinado laborat\u00f3rio, \u00e9 imprescind\u00edvel o conhecimento da localiza\u00e7\u00e3o dos acess\u00f3rios de seguran\u00e7a.<\/dd>\n<dd>6. Antes de usar reagentes que n\u00e3o conhe\u00e7a, consulte a bibliografia adequada e informe-se sobre como manuse\u00e1-los e descart\u00e1-los.<\/dd>\n<dd>7. N\u00e3o retorne reagentes aos frascos originais, mesmo que n\u00e3o tenham sido usados. Evite circular com eles pelo laborat\u00f3rio.<\/dd>\n<dd>8. N\u00e3o use nenhum equipamento em que n\u00e3o tenha sido treinado ou autorizado a utilizar.<\/dd>\n<dd>9. Certifique-se da tens\u00e3o de trabalho da aparelhagem antes de conect\u00e1-la \u00e0 rede el\u00e9trica. Quando n\u00e3o estiverem em uso, os aparelhos devem permanecer desconectados.<\/dd>\n<dd>10. Use sempre luvas de isolamento t\u00e9rmico ao manipular material quente.<\/dd>\n<dd>11. Nunca pipete l\u00edquidos com a boca. Neste caso, use bulbos de borracha ou trompas de v\u00e1cuo.<\/dd>\n<dd>Laborat\u00f3rio n\u00e3o \u00e9 lugar para brincadeiras!<\/dd>\n<dd>Concentre-se no que estiver fazendo.<\/dd>\n<dd>.<\/dd>\n<dd>b) ARMAZENAGEM<\/dd>\n<dd>1. Evite armazenar reagentes em lugares altos e de dif\u00edcil acesso<\/dd>\n<dd>2. N\u00e3o estoque l\u00edquidos vol\u00e1teis em locais que recebem luz.<\/dd>\n<dd>3. \u00c9teres, parafinas e oleifinas formam per\u00f3xidos quando expostos ao ar. N\u00e3o os estoque por tempo demasiado e manipule-os com cuidado.<\/dd>\n<dd>4. Ao utilizar cilindros de gases, transporte-os em carrinhos apropriados. Durante o seu uso ou estocagem mantenha-os presos \u00e0 bancada ou parede. Cilindros com as v\u00e1lvulas emperradas ou defeituosas devem ser devolvidos ao fornecedor.<\/dd>\n<dd>5. Consulte a bibliografia indicada para obter informa\u00e7\u00f5es sobre a estocagem de produtos qu\u00edmicos, assegurando que reagentes incompat\u00edveis sejam estocados separadamente.<\/dd>\n<dd>.<\/dd>\n<dd>c) MATERIAIS DE VIDRO E CONEX\u00d5ES<\/dd>\n<dd>1. Ao usar material de vidro, verifique sua condi\u00e7\u00e3o. Lembre-se que o vidro quente pode ter a mesma apar\u00eancia que a do vidro frio. Qualquer material de vidro trincado deve ser rejeitado.<\/dd>\n<dd>2. Vidros quebrados devem ser descartados em recipiente apropriado.<\/dd>\n<dd>3. Use sempre um peda\u00e7o de pano protegendo a m\u00e3o quando estiver cortando vidro ou introduzindo-o em orif\u00edcios. Antes de inserir tubos de vidro (term\u00f4metros, etc.) em tubos de borracha ou rolhas, lubrifique-os.<\/dd>\n<dd>4. Nunca use mangueiras de l\u00e1tex velhas. Fa\u00e7a as conex\u00f5es necess\u00e1rias utilizando mangueiras novas e bra\u00e7adeiras.<\/dd>\n<dd>5. Tenha cuidado especial ao trabalhar com sistemas sob v\u00e1cuo ou press\u00e3o. Dessecadores sob v\u00e1cuo devem ser protegidos com fita adesiva e colocados em grades de prote\u00e7\u00e3o pr\u00f3prias.<\/dd>\n<dd>6. Antes de iniciar o experimento verifique se todas as conex\u00f5es e liga\u00e7\u00f5es est\u00e3o seguras.<\/dd>\n<dd>.<\/dd>\n<dd>d) A REALIZA\u00c7\u00c3O DE EXPERIMENTOS<\/dd>\n<dd>1. Nunca adicione \u00e1gua sobre \u00e1cidos e sim \u00e1cidos sobre \u00e1gua.<\/dd>\n<dd>2. Ao testar o odor de produtos qu\u00edmicos, nunca coloque o produto ou o frasco diretamente sob o nariz.<\/dd>\n<dd>3. Quando estiver manipulando frascos ou tubos de ensaio, nunca dirija a sua abertura na sua dire\u00e7\u00e3o ou na de outras pessoas.<\/dd>\n<dd>4. Fique atento \u00e0s opera\u00e7\u00f5es onde for necess\u00e1rio realizar aquecimento.<\/dd>\n<dd>5. Cuidado para n\u00e3o se queimar ao utilizar nitrog\u00eanio ou CO2 l\u00edquidos<\/dd>\n<dd>6. A destila\u00e7\u00e3o de solventes, a manipula\u00e7\u00e3o de \u00e1cidos e compostos t\u00f3xicos e as rea\u00e7\u00f5es que exalem gases t\u00f3xicos s\u00e3o opera\u00e7\u00f5es que devem ser realizadas em capelas, com boa exaust\u00e3o.<\/dd>\n<dd>7. As v\u00e1lvulas dos cilindros devem ser abertas lentamente com as m\u00e3os ou usando chaves apropriadas. Nunca force as v\u00e1lvulas, com martelos ou outras ferramentas, nem as deixe sobre press\u00e3o quando o cilindro n\u00e3o estiver sendo usado.<\/dd>\n<dd>8. Sempre que poss\u00edvel, antes de realizar rea\u00e7\u00f5es onde n\u00e3o conhe\u00e7a totalmente os resultados, fa\u00e7a uma em pequena escala, na capela.<\/dd>\n<dd>9. Ao trabalhar com rea\u00e7\u00f5es perigosas (perigo de explos\u00e3o, gera\u00e7\u00e3o de material t\u00f3xico, etc) ou cuja periculosidade voc\u00ea desconhe\u00e7a, proceda da seguinte forma:<\/dd>\n<dd>a. avise seus colegas de laborat\u00f3rio;<\/dd>\n<dd>b. trabalhe em capela com boa exaust\u00e3o, retirando todo tipo de material inflam\u00e1vel. Trabalhe com a \u00e1rea limpa.<\/dd>\n<dd>c. use protetor acr\u00edlico;<\/dd>\n<dd>d. tenha um extintor por perto, com o pino destravado.<\/dd>\n<dd>10. Ao se ausentar de sua bancada ou deixar rea\u00e7\u00f5es em andamento \u00e0 noite ou durante o fim de semana, preencha a ficha de identifica\u00e7\u00e3o adequada. Caso esta n\u00e3o esteja dispon\u00edvel, improvise uma e coloque-a em local vis\u00edvel e pr\u00f3ximo ao experimento. Nela devem constar informa\u00e7\u00f5es sobre a rea\u00e7\u00e3o em andamento, nome do respons\u00e1vel e de seu superior imediato, com endere\u00e7o e telefone para contato, al\u00e9m de informa\u00e7\u00f5es de como proceder em caso de acidente ou de falta de \u00e1gua e\/ou eletricidade.<\/dd>\n<dd>11. O \u00faltimo usu\u00e1rio, ao sair do laborat\u00f3rio, deve desligar tudo e desconectar os aparelhos da rede el\u00e9trica.<\/dd>\n<dd>.<\/dd>\n<dd>e) OS RES\u00cdDUOS<\/dd>\n<dd>1. Os res\u00edduos de solventes de rea\u00e7\u00f5es e de evaporadores rotativos devem ser colocados em frascos apropriados para descarte, devidamente rotulados. Evite misturar os solventes. Sugere-se a seguinte separa\u00e7\u00e3o: Solventes clorados, Hidrocarbonetos, \u00c1lcoois e Cetonas, \u00c9teres e \u00c9steres, Acetatos e Alde\u00eddos. Sempre que poss\u00edvel indique tamb\u00e9m os componentes percentuais aproximados, pois este tipo de res\u00edduo costuma ser incinerado por empresas especializadas que exigem uma descri\u00e7\u00e3o minuciosa do material que recebem. Verifique se \u00e9 vi\u00e1vel recuperar estes res\u00edduos no seu laborat\u00f3rio.<\/dd>\n<dd>2. Os res\u00edduos aquosos \u00e1cidos ou b\u00e1sicos devem ser neutralizados na pia antes do descarte, e s\u00f3 ent\u00e3o descartados. Para o descarte de metais pesados, metais alcalinos e de outros res\u00edduos, consulte antecipadamente a bibliografia adequada.<\/dd>\n<dd>3. O uso de solu\u00e7\u00e3o sulfocr\u00f4mica para limpeza vem sendo proibido na maioria dos laborat\u00f3rios. Caso precise utiliz\u00e1-la, nunca fa\u00e7a o descarte diretamente na pia.<\/dd>\n<dd>.<\/dd>\n<dd>f) ACESS\u00d3RIOS DE SEGURAN\u00c7A<\/dd>\n<dd>Quando estiver trabalhando em um laborat\u00f3rio, voc\u00ea deve:<\/dd>\n<dd>1. Localizar os extintores de inc\u00eandio e verificar a que tipo pertencem e que tipo de fogo podem apagar.<\/dd>\n<dd>2. Localizar as sa\u00eddas de emerg\u00eancia.<\/dd>\n<dd>3. Localizar a caixa de primeiros socorros e verificar os tipos de medicamentos existentes e sua utiliza\u00e7\u00e3o.<\/dd>\n<dd>4. Localizar a caixa de m\u00e1scaras contra gases. Se precisar us\u00e1-las, lembre-se de verificar a exist\u00eancia e qualidade dos filtros adequados \u00e0 sua utiliza\u00e7\u00e3o.<\/dd>\n<dd>5. Localizar a chave geral de eletricidade do laborat\u00f3rio e aprender a deslig\u00e1-la.<\/dd>\n<dd>6..Informar-se quanto aos telefones a serem utilizados em caso de emerg\u00eancia (hospitais, ambul\u00e2ncia, bombeiros, etc.).<\/dd>\n<dd>.<\/dd>\n<dd>IMPORTANTE: Al\u00e9m de localizar estes equipamentos, voc\u00ea deve saber utiliza-los adequadamente. Assim, para refer\u00eancia r\u00e1pida, consulte a pessoa respons\u00e1vel pela seguran\u00e7a do laborat\u00f3rio ou os manuais especializados no assunto.<\/dd>\n<dd>Texto preparado por:<\/dd>\n<dd>Aline Ren\u00e9e Coscione (Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Qu\u00edmica)<\/dd>\n<dd>Alex Magalh\u00e3es de Almeida (Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Qu\u00edmica)<\/dd>\n<dd>Jo\u00e3o Carlos de Andrade (Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Qu\u00edmica)<\/dd>\n<dd>Rog\u00e9rio Custodio. (Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Qu\u00edmica)<\/dd>\n<dd>a partir da literatura.<\/dd>\n<dd>.<\/dd>\n<dd><strong>III &#8211; Subst\u00e2ncias cancer\u00edgenas<\/strong><\/dd>\n<dd>Classe A1: Subst\u00e2ncias que podem ter a\u00e7\u00e3o cancer\u00edgena sobre humanos.<\/dd>\n<dd>. 4-Aminodifenilo.<\/dd>\n<dd>. Ars\u00e9nio: tri\u00f3xido, pent\u00f3xido, \u00e1cidos arseniados. \u00c1cido ars\u00e9nico e seus sais.<\/dd>\n<dd>. Benzidina e seus sais.<\/dd>\n<dd>. Benzeno (efeitos cr\u00f3nicos por manipula\u00e7\u00e3o de pequenas dose ao longo do tempo, Leucemias)<\/dd>\n<dd>. \u00c9ter diclorodimetilico (sim\u00e9trico).<\/dd>\n<dd>. \u00c9ter monoclorodimetilico, grau t\u00e9cnico.<\/dd>\n<dd>. 2-Naftilamina.<\/dd>\n<dd>. Niquel: \u00f3xido de n\u00edquel, carbonato.<\/dd>\n<dd>. Cloreto de vinilo.<\/dd>\n<dd>Classe A2: Subst\u00e2ncias que at\u00e9 ao momento se mostraram claramente carcinog\u00e9nicas em experi\u00eancias animais e das quais se podem tirar paralelos para a exposi\u00e7\u00e3o humana.<\/dd>\n<dd>. Acrilonitrilo.<\/dd>\n<dd>. Etilenimina.<\/dd>\n<dd>. Ber\u00edlio e seus compostos.<\/dd>\n<dd>. Cromato de c\u00e1lcio.<\/dd>\n<dd>. Diazometano.<\/dd>\n<dd>. 1,2-Dibromoetano.<\/dd>\n<dd>. 3,3&#8242;-Diclorobenzidina.<\/dd>\n<dd>. 1,1&#8242;-dimetilhidrazina.<\/dd>\n<dd>. N,N-Dimetilnitrosamina.<\/dd>\n<dd>. Sulfato de dimetilo<\/dd>\n<dd>. Triamida hexametilfosf\u00f3rica (HMPT).<\/dd>\n<dd>. Hidrazina.<\/dd>\n<dd>. 4,4&#8242;-Metileno-bis(2-cloroanilina).<\/dd>\n<dd>. Niquel carbonilo.<\/dd>\n<dd>. 1,3-Propiolactoa.<\/dd>\n<dd>. Propilenimina.<\/dd>\n<dd>. Cromato de estr\u00f4ncio.<\/dd>\n<dd>Classe B: Subst\u00e3ncias em que se suspeita um potencial carcinog\u00e9nico significativo<\/dd>\n<dd>. Acetamida.<\/dd>\n<dd>. Cromatos alcalinos<\/dd>\n<dd>. Cromato de chumbo<\/dd>\n<dd>. Clorof\u00f3rmio.<\/dd>\n<dd>. \u00c1cido Cr\u00f3mico<\/dd>\n<dd>. 4,4&#8242;-Diaminofenilmetano.<\/dd>\n<dd>. Fenil-2-naftilamina<\/dd>\n<dd>. Tricloroetileno.<\/dd>\n<dd>. Cromato de zinco<\/dd>\n<dd>.<\/dd>\n<dd><strong>IV &#8211; Esfor\u00e7os repetitivos<\/strong><\/dd>\n<dd>A febre dos computadores,\u00a0 est\u00e1 deixando muita gente com dor de cabe\u00e7a. Literalmente as dores n\u00e3o s\u00e3o somente na cabe\u00e7a, mas no pesco\u00e7o, nos bra\u00e7os, nas m\u00e3os, nos punhos etc. Com a eterna pressa de resolver cada vez mais coisas em menos tempo, os\u00a0 alunos que digitam toneladas de relat\u00f3rios come\u00e7am a sentir os\u00a0 efeitos dos movimentos cont\u00ednuos, o excesso de horas trabalhadas em uma postura errada, em m\u00f3veis e equipamentos inadequados.<\/dd>\n<dd>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 O esfor\u00e7o repetitivo aliado com a m\u00e1 postura\u00a0 pode evoluir e tornar-se uma doen\u00e7a conhecida como: LER, Les\u00e3o por Esfor\u00e7o Repetitivo, que ainda n\u00e3o \u00e9 levada a s\u00e9rio pela grande maioria das pessoas. Se voc\u00ea\u00a0 digita e usa o mouse durante quatro horas consecutivas por dia &#8211; isso inclui a verifica\u00e7\u00e3o de e-mail, navegar na internet e jogos &#8211; considere-se como parte desse grupo de risco.<\/dd>\n<dd>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Existem v\u00e1rios tipos de LER, mas\u00a0 os casos mais comuns afetam os membros superiores como m\u00e3os, punhos, dedos, pesco\u00e7o e cotovelos. A inflama\u00e7\u00e3o mais conhecida \u00e9 a tendinite , que ocorre nos tend\u00f5es, o m\u00fasculo quando se contrai faz com que o tend\u00e3o se estique propiciando que o movimento desejado seja feito. A inflama\u00e7\u00e3o causa dor e fraqueza no membro afetado e, em alguns casos, sensa\u00e7\u00e3o de\u00a0 queima\u00e7\u00e3o.\u00a0 O\u00a0\u00a0 tratamento\u00a0\u00a0 indicado\u00a0\u00a0 \u00e9\u00a0\u00a0 o\u00a0\u00a0\u00a0 uso\u00a0\u00a0 deantinflamat\u00f3rios\u00a0 e repouso da parte envolvida, mas n\u00e3o se esque\u00e7a a auto medica\u00e7\u00e3o \u00e9 perigosa! Consulte um m\u00e9dico primeiro!<\/dd>\n<dd>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Muito trabalho em pouco tempo. Esse uso exagerado do computador foi o grande respons\u00e1vel pela populariza\u00e7\u00e3o da tendinite ao passo que antigamente nas m\u00e1quinas de escrever o usu\u00e1rio fazia mais movimentos e a digita\u00e7\u00e3o n\u00e3o passava de uma folha. Atualmente com os novos processadores de texto dos computadores, o usu\u00e1rio pode ficar horas e horas digitando sem trocar uma \u00fanica folha! Justamente isso que ajudava, os movimentos de troca de folha, acerto da mesma e a troca de linha, esse conjunto de movimentos funcionam como exerc\u00edcios e \u00e9 o que se deve fazer quando se est\u00e1 digitando em um micro computador.\u00a0 Por Alessandro Chies<\/dd>\n<dd>. Para saber mais:<\/dd>\n<dd>http:\/\/www.digitador.com.br<\/dd>\n<dd>http:\/\/www.ergonprojetos.com.br<\/dd>\n<dd>http:\/\/www.tifaq.com<\/dd>\n<dd>http:\/\/www.ime.usp.br\/~yamada\/LER.html<\/dd>\n<\/dl>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; I\u00a0&#8211; Seguran\u00e7a no laborat\u00f3rio de qu\u00edmica II \u00a0&#8211; Regras b\u00e1sicas de opera\u00e7\u00e3o III &#8211; Subst\u00e2ncias cancer\u00edgenas IV &#8211; Esfor\u00e7os repetitivos . I\u00a0&#8211; Seguran\u00e7a no laborat\u00f3rio de qu\u00edmica . 1. FOGO E EXPLOS\u00c3O Talvez sejam os par\u00e2metros mais conhecidos aqueles relacionados com o risco de fogo e explos\u00e3o. Entretanto existe uma perigosa rotina de n\u00e3o &hellip; <\/p>\n<p><a class=\"more-link btn\" href=\"https:\/\/sites.ifi.unicamp.br\/labvacrio\/seguranca-no-laboratorio\/\">Continue lendo<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":38,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","template":"","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"class_list":["post-131","page","type-page","status-publish","hentry","nodate","item-wrap"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ifi.unicamp.br\/labvacrio\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/131","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ifi.unicamp.br\/labvacrio\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ifi.unicamp.br\/labvacrio\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ifi.unicamp.br\/labvacrio\/wp-json\/wp\/v2\/users\/38"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ifi.unicamp.br\/labvacrio\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=131"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/sites.ifi.unicamp.br\/labvacrio\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/131\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":218,"href":"https:\/\/sites.ifi.unicamp.br\/labvacrio\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/131\/revisions\/218"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ifi.unicamp.br\/labvacrio\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=131"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}