Programação

Professor Gustavo Wiederhecker – A luz cabe em um chip? – 28/08/2026

Prof. Dr. Gustavo Wiederhecker - CCSNano

O professor Gustavo é bacharel (2003) e doutor (2008) em física pela Universidade Estadual de Campinas. Foi laureado com o “Grande Prêmio CAPES José Leite Lopes” pela sua tese de doutorado. Possui pós-doutorado na Universidade de Cornell em Nova Iorque. Atualmente é professor associado na Universidade Estadual de Pesquisa  e em seu laboratório de pesquisa estuda fenômenos de óptica não linear em dispositivos fotônicos microscópicos com ênfase em interações entre a luz e ondas mecânicas. Foi membro da Academia Brasileira de Ciências entre 2019 e 2024. Em 2022 foi laureado com o prêmio “Zeferino Vaz” de excelência acadêmica.

Na sexta feira, dia 28/08, o professor irá nos contar como é possível aprisionar a luz em estruturas milhares de vezes mais finas que um fio de cabelo, fazendo com que ela dê milhares de voltas num espaço minúsculo. Um fenômeno que está por trás de relógios ultraprecisos, sensores à busca por planetas fora do sistema solar, e às futuras tecnologias quânticas. Venham conferir!

Pesquisadora Ingrid Barcelos   Ver o invisível: como a luz revela o mundo nanoscópico? – 26/06/2026

A pesquisadora Ingrid possui graduação (licenciatura – 2007 e bacharelado – 2009) e mestrado (2011) em Física pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Realizou doutorado (2015) sanduíche pela UFMG e pelo Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), sendo laureada com o prêmio José Leite Lopes de 2015 por sua tese de doutorado. Realizou pós-doutorado pela UFMG (2015/2017) com tempo de trabalho no Advanced Photonics Lab no CNRNANOTEC Institute of Nanotecnology (Itália), com ênfase em óptica no estudo do acoplamento luz-matéria em sistemas éxcitons-plasmons. Atuou como pesquisadora na linha de Nanoespectroscopia de Infravermelho no Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS), atuando em estudos relacionados à propriedades vibracionais de materiais em nanoescala, óptica de campo próximo e efeitos de polaritons em materiais bidimensionais. Recebeu o prêmio “Para Mulheres na Ciência – Categoria Física” de 2021 concedido pela Loréal, UNESCO e Academia Brasileira de Ciências. Atualmente lidera o grupo LAM (Laboratório de Amostras Microscópicas) no LNLS, que é dedicado a preparação de amostras avançadas. É membra afiliada da Acadêmia Brasileira de Ciências (2025 a 2029).  

Professor Abner de Siervo  Você sabia que o efeito túnel-quântico ajuda a visualizar a estrutura eletrônica dos materiais? – 29/05/2026

O professor Abner possui graduação (1996), mestrado (1998) e doutorado (2002) em Física pela Universidade Estadual de Campinas. Possui pós-doutorado na Technische Universität de Dortmund na Alemanha(2005). Foi pesquisador do LNLS (2004-2007) e coordenador da linha SXS do LNLS (2006-2011) do CNPEM. Atualmente é professor associado do Instituto de Física da UNICAMP (IFGW). Sua área de atuação é a pesquisa em física de superfícies. Tem experiência em radiação síncrotron e física de superfícies, com ênfase em determinação da estrutura eletrônica e cristalográfica de superfícies através de técnicas de espectroscopia, difração de elétrons e microscopia (XPS, XPD, LEED, STM e XMCD). Outras áreas de maior interesse são: catalisadores modelo, ligas metálicas, filmes ultrafinos, óxidos metálicos suportados, grafeno e layered materials e, dicroísmo circular magnético em filmes ultrafinos e nanopartículas.

Na sexta-feira, dia 29/05/26, o professor nos contará sobre técnicas e novas tecnologias que permitem visualizar superfícies com resolução atômica e também investigar como os elétrons se comportam dentro dos materiais, como a microscopia de varredura e o novo super-equipamento LT-SPM-TERS. Venham conferir.

Professor Pedro Holanda Oscilações de Neutrinos: Efeitos Quânticos em escala quilométrica – 24/04/2026

O professor Pedro possui graduação (1995), mestrado (1997) e doutorado (2001) em Física pela Universidade Estadual de Campinas. Atualmente é pesquisador e professor do Instituto de Física Gleb Wataghin da Unicamp, onde obteve o título de livre-docente em 2012. Faz parte do Grupo de Estudo de Física e Astrofísica de Neutrinos (GEFAN) do Departamento de Raios Cósmicos e Cronologia (DRCC) do IFGW. Tem experiência na área de Física de Partículas com ênfase em Propriedades Específicas dos Neutrinos, atuando principalmente nos temas oscilações de neutrinos e neutrinos em cosmologia.

Na sexta-feira, dia 24/04/26, o professor nos contará como essas pequenas partículas elementares e suas oscilações afetam a natureza em grande escala e possuem uma relação com os sons e a música. Venham conferir.

 

 

Professora Fanny Béron Como nanoestruturas podem ajudar a minimizar os efeitos do aquecimento global – 27/03/2026

A professora Fanny possui graduação (2003), mestrado (2005) e doutorado (2008) em Engenharia Física pela École Polytechnique de Montréal; e pós-doutorado (2013) em Física na Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Atualmente é professora associada no Instituto de Física Gleb Wataghin da Universidade Estadual de Campinas (IFGW) e coordenadora do curso de graduação em Engenharia Física. Faz parte do Laboratório de Materiais e Baixas Temperaturas (LBMT) do Departamento de Física da Matéria Condensada (DFMC). Tem experiência na área de Física, com ênfase em Materiais Magnéticos e Propriedades Magnéticas, atuando principalmente nos seguintes temas: curvas de inversão da primeira ordem (FORC); nanoestruturas magnéticas; redes de nanofios e antipontos magnéticos; nanopartículas e fitas nanogranulares; spintrônica; interações dipolares; propriedades magnetoestáticas e dinâmicas e; magnetoimpedância gigante (GMI). É editora da revista IEEE Magnetics Letter e recebeu o Prêmio Carolina Nemes da Sociedade Brasileira de Física (SBF) em 2018, para físicas em início de carreira no Brasil, e o Prêmio de Reconhecimento Acadêmico Zeferino Vaz da UNICAMP em 2020, por sua excelência em atividades acadêmicas, de pesquisa e extensão. 

Na sexta feira 27/03/26, a professora Fanny nos contará como essas nanoestruras magnéticas podem nos ajudar a combater as mudanças climáticas e outros efeitos do aquecimento global. Venham conferir!